terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Olá, queridos Leitores!
Compartilho com vocês na postagem de hoje a experiência do meu último estágio de regência nas séries iniciais do ensino fundamental. Espero que gostem.

Dei inicio ao estágio no dia 22/08/2017, no primeiro momento tive uma breve conversa com a diretora da instituíção a senhora Rosanea Batista dos Santos, colhi as  assinaturas necessárias para o termo de compromisso e aprensentei a minha carta de apresentação. Fui encaminhada para a turma da professora Grazili do terceiro ano. Ao adentrar a sala de aula, fui apresentada aos alunos, observei que a organização espacial da sala ainda é tradicioanal, todas enfileiradas, a sala possui uma 24 alunos sendo que um deles possui necessidades educacionais especiais, porém não possui professor de apoio.
No primeiro dia dia estágio obeservei a rotina da escola, que num primeiro momento se reúne no pátio para uma oração coletiva. Logo após  os alunos são encamihados para sala de aula aonde começam as suas tarefas. A a turma é considerada fraca, pois os alunos apresentam muitas dificuldades de aprendizagem e é preciso atentar as necessidades de cada um, contudo é uma classe muito disciplinada, sentam-se em duplas para um poder ajudar o outro. Os alunos fazem atividades do PIP ( Programa de intervenção pedagógica) cujo objetivo é garantir o bom desempenho dos alunos com foco nas disciplinas de português, matemática e ciências.

Durante o meu período de estágio, a escola estava desenvolvendo o projeto “Pequenos empreendedores, onde o principal objetivo era estimular a criatividade dos alunos além de instruir –los a cerca de como começar seu próprio negócio. O projeto passou por duas etapas, sendo que uma delas ocorreu no espaço interno da escola. Os próprios alunos confeccionavam brinquedos ultilizando sucata e materiais recicláveis, comidas típicas, temperos, plantas medicinais e aconteceu também o Lookbrinque , onde os alunos pagavam uma quantia acessível a todos para locar os brinquedos disponíveis e se divertir. A segunda etapa do projeto aconteceu na Praça da Liberdade no centro de Taiobeiras, onde todas as turmas se reuniram cada uma em sua barraquinha para vender os seus produtos e locar brinquedos. O projeto recebeu a vista de todas as escolas da cidade para prestigiar e o evento que, por sinal foi de grande sucesso e os alunos aprenderam muito. No dia 21/09 foi a minha regência, trabalhei com o livro didático de ciências, onde foi abordado os temas tratamento de esgoto, doenças transmissíveis e energia elétrica. De antemão expliquei o conteúdo em dialógo com os alunos e respondendo as duvídas que apareciam no decorrer da aula.Os alunos foram bem participativos e colocaram suas ideias e discutiram co os colegas. Foi aplicada  uma atividade para ser feita em casa. No dia seguinte foi feita a correção da mesma sempre ouvindo a opinão de cada um e anotando as respostas no quadro. A turma apesar de ser considerada fraca, é uma truma tranquila, o que confrima que a postura do professor é de suma importancia para a disciplina e organização da turma. A professora Graziele se mostrou uma ótima profissional e com um domínio de turma exemplar. Participei também das aulas de educação física, que um dia acontecia na sala com jogos educativos que abrangiam as disciplinas de português e matemática,  e no outro acontecia na quadra com jogos coletivos. A turma sempre se encaminhava muito disciplinada em todas as aulas.
Foi muito gratificante essa experiência e muito enriquecedora para a minha formação. 
Espero que tenham gostado!

domingo, 23 de julho de 2017

Olá!
Hoje, vou compartilhar com vocês a minha experiência de estágio supervisionado obrigatório do sétimo período de pedagogia na educação infantil. Espero que gostem!

Meu estágio foi realizado na Escola Municipal João da Cruz Santos em Taiobeiras, no período de 13/03/2017 a 10/04/2017. No primeiro momento tive uma breve conversa com a diretora da instituição que me  orientou  a procurar a professora regente da turma, do segundo período da educação infantil. A escola atende a classe popular  que é composta em sua maioria por trabalhadores rurais, semi- analfabetos numa porcentagem significativa, os pais em sua maioria agricultores que tem basicamente o ensino fundamental e sem escolaridade, que esperam através do estudo de seus filhos ter uma perspectativa de vida melhor. A instituição visa ainda o atendimento as dificuldades de aprendizagens e as necessidades especiais dos educandos e ao favorecimento de sua escolarização, busca aplicar em sala de aula alguns critérios de competências baseado no currículo da escola. Essas medidas é o que o tratamento diferenciado pode significar para os alunos que necessitam de igualdade e oportunidades educacionais. 

 Ao adentrar a sala de aula, fui apresentada aos alunos que ficaram um pouco surpresos pois, agora iriam ter uma pessoa mais na classe, além da própria professora e a professora de apoio. Fiquei admirada com a escola pois, é uma das poucas que possuem professores de apoio para atender alunos com necessidades educativas especiais. De início observei que a organização espacial da sala ainda é tradicional, todas enfileiradas, a sala possui uma 25 alunos sendo que um deles é portador de autismo. 
Segundo Coscia (2010, p.19):


“A criança com autismo é capaz de aprender como as outras crianças, entretanto, faz se necessária a utilização de técnicas e intervenções que facilitem esse processo, considerando as características e especificidades  no modo de ser e estar dessa criança.”
Para mim foi uma das experiências mais marcantes de todos os estágios. Vocês conseguem imaginar a importância de conviver num ambiente onde as crianças são tratadas igualmente? 
 Além de proporcionar a inclusão, a escola ainda conta com um ótimo material didático para as crianças, que foi recebido durante o meu período de estágio. Uma parceria da prefeitura e da secretaria de educação para dar uma melhor qualidade de ensino aos estudantes.
A escola segue uma  rotina diária, começando pela oração coletiva, feita no pátio da escola. Após esse momento começam as atividades na sala de aula.
Depois de um período de observação e intimidade com os alunos, eu desenvolvi a minha atividade de regência no dia 05/04/2017. A atividade consistia em introduzir a vogal I. De início contei a história “Incêndio na floresta”, percebi que os alunos se concentraram e mostraram interesse em aprender.
Segue aqui a historia:
Incêndio na floresta
Ivana era uma iguana que vivia na floresta junto com outros animais. Um dia, Ivana percebeu um incêndio no meio da mata, vendo toda aquela fumaça e o fogo se alastrando, a iguana Ivana ficou muito preocupada pois, poderia perder o seu lar.
 Ivana era muito amiga  de Igor, um menino que morava bem perto da floresta. Ivana foi depressa tentar chamar a atenção de Igor de alguma forma e conseguiu.


  Igor Seguiu a iguana Ivana, avistou o incêndio e logo ligou para os bombeiros e chamou um Índio que era seu amigo e que também morava na floresta para ajudar apagar o fogo. Ivana Fez um lindo coração com sua longa cuda para agradecer por terem salvado a floresta.



 Logo depois iniciei uma discussão sobre as palavras que começam com a vogal I, que aparecem na história. Nomes dos colegas que comecem com a vogal e apresentei figuras de coisas que iniciem com a letra i. Retomamos as letrinhas já estudadas, e logo após pedi para que cada aluno fosse ao quadro para traçar a vogal.

 No dia seguinte dei continuidade a aula, com uma atividade para colorir a vogal (i) e fazer desenhos cujos nomes iniciem com a vogal e completar as palavras com a vogal faltosa. Para finalizar a aula eu pedi para que os alunos treinassem a vogal no caderno. 
Segue a Atividade:
1- 1-    PINTE SOMENTE A LETRINHA I. 


2-FAÇA DESENHOS CUJOS NOMES INICIEM COM A LETRA I. DEPOIS PINTE BEM BONITO, CAPRICHE! 

3_ COMPLETE AS PALAVRAS COM A VOGAL  FALTOSA E FAÇA UM LINDO COLORIDO NOS DESENHOS.






P__PA








____NDIO







____GREJA


Para mim, foi uma grande experiência. As aulas precisam ser criativas e dinâmicas para conseguir chamar a atenção dos alunos para que aprendam de forma prazerosa. A partir daí consigo enxergar a educação com outro olhar, é uma profissão que exige muito amor e paciência. 
Concluí então, que a experiência de estágio  é engrandecedora para a formação dos professores. É durante o período de estágio que o estudante de pedagogia se descobre na profissão. Segundo Bianchi et.al (2005) “o estágio é o momento em que o aluno mostra sua criatividade, independência e caráter”. É uma etapa que vai muito além do cumprimento das exigências acadêmicas, é um momento de crescimento pessoal e profissional.
Espero que tenham gostado! Até o proximo post.

Refrências:
BERNARDI, Katieli. PAZ, Dirce Maria Teixeira. Importancia do estágio supervisionado paa a formação de professores. Disponível em: https://www.unicruz.edu.br/seminario/downloads/anais/ccs/importancia%20do%20estagio%20supervisionado%20para%20a%20formacao%20de%20professores.pdf

REIS, Janderley Lucas dos. Autismo: os desafios da inclusão na escola regular. Disponível em: https://pt.slideshare.net/lilikareis/autismo-desafios-da-incluso-da-criana-autista-na-escola-regular

  PRADO, Maria Elisabette Brisola Prado. Pedagogia de projetos:fundamentos e implicações. Disponível em: http://www.eadconsultoria.com.br/matapoio/biblioteca/textos_pdf/texto18.pdf

terça-feira, 9 de maio de 2017

Oi, amigos leitores!
Estou aqui para mais uma postagem, e hoje vou falar um pouco sobre uma paisagem que considero uma das mais lindas da minha cidade, Taiobeiras.
Escolhi falar da igreja Matriz. Quero falar dela para  identificar as mudanças que ocorreram e o que permanece nesta, que é uma das mais bonitas de Taiobeiras.

 A igreja possuía ao seu lado direito, na parte externa, um belo coreto e ao lado esquerdo, uma estátua do Frei Jacundiano de Kok, que foi o primeiro pároco da cidade. O belíssimo coreto não existe mais, deu lugar a uma calçada de concreto. A estátua permanece no mesmo lugar, porém, recebeu uma cerca de proteção para evitar depredação além de, ter passado por uma restauração.
A igreja possui uma bela arquitetura e foi restaurada há poucos anos. Continua com os mesmos bancos e as mesmas imagens de quando eu ainda era criança. Foi trocado o piso e o altar foi restaurado. Em frente a igreja, tinha uma praça grande com palmeiras  e muitas flores. Com o passar do tempo o jardim da praça foi se modificando, acabaram-se as flores que foram substituídas por pequenas árvores e grama, porém as palmeiras permanecem para embelezar a praça.
A igreja recebe muitos fiéis durante toda a semana para celebração das missas e grupo de oração, além de ficar aberta diariamente para visitação. Apesar de muitas modificações, continua linda e faz parte da história da minha  cidade.
Espero que tenham gostado, esse foi um pedacinho da historia da cidade Taiobeiras e um pouco das minhas memorias. 
Ate o próximo post!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Olá amigos leitores!

Hoje vou mostrar um pequeno fichamento que utilizei para escrita do meu TCC.  Como sabem, é uma ferramenta muito importante pois, organiza as ideias e trás muita praticidade para a realização do trabalho, pode ainda ser usada para a explicação de trabalhos acadêmicos e pelos professores para organizar suas aulas.

Tipo: Arquivo em PDF
Assunto: Indisciplina na escola
Referência: 
FONTANNA, Ana Paula Antoniete Ferreira. Indisciplina na escola: de onde vem pra onde vai? Disponível em: http://www.unifafibe.com.br/revistasonline/arquivos/revistafafibeonline/sumario/11/19042010140846.pdf Acesso em 23/02/2017 21:00h

Resumo:
O artigo pretende mostrar as origens e as principais causas da indisciplina na escola. Tem como base a falta de limites e regras dentro da instituição familiar como o principal fator para o surgimento da indisciplina. Trás reflexões sobre possíveis formas de reverter esse complexo, levantando principalmente a importância do diálogo como fonte de prevenção ou eliminação desse fenômeno.

Citações:
 A falta de regras e limites em casa está diretamente ligada a indisciplina em sala de aula.
Içami Tiba afirma: “A educação ativa formal é dada pela escola. Porém a educação global é feita a oito mãos: pela  escola, pelo pai e pela mãe e pela própria criança/adolescente. Se a escola exige o cumprimento de regras, mas o aluno indisciplinado tem a condescendência dos pais, acaba funcionando como um casal que não chega a um acordo quanto a educação da criança. O filho vai tirar lucro da discordância pais/escola da mesma forma que se aproveita quando há divergências entre pai e mãe.” (Página 02)
[ Depois dos anos de 1960 e 1970, os estudos nos campos psicológicos e psicanalíticos, deram abertura para uma educação mais liberal, os pais não mais castigam os seus filhos pela desobediência , o que favoreceu o surgimento da indisciplina.]
Tomando como base a falta de limites no contexto familiar, cabe ao professor se preparar melhor para atender essas crianças. Porém, segundo Tognetta, os professores não sabem lidar com a indisciplina. “Quando as pessoas apresentam-se agressivas ou violetas, não se pode negar que tal comportamento é resultado de angustias, ansiedades  e preocupações mal  resolvidas. A maioria dos  professores sabe disso. O diagnóstico é sempre preciso, dizendo que as crianças trazem problemas de casa. A questão é que na maioria das vezes, ao tratar o comportamento tais professores desconsideram essas causas. Não nos damos conta que o tratamento dado a violência é também sinal dela. Quando uma criança é castigada, o que acontece nem sempre é visível aos nossos olhos. Kammi (1991 a) se refere a três possíveis consequências do castigo e das punições: as crianças  se rebelam, ou se conformam ou ainda calculam os riscos de serem pegas tendo um comportamento inadequado aos olhos do adulto. Por outro olhar, a criança castigada sente-se incompreendida, não amada. Há uma falta comum  entre nós de que “ a melhor defesa é o ataque”. Assim a criança age. Pode se sentir com tanta raiva a ponto de fazer ainda pior ou sentir-se tão pequena, a ponto de formar uma autoimagem  merecedora de castigos e incapaz de realizar quaisquer outras tentativas de satisfação pessoal.”  Tognetta (2004, p. 4) (Página 03)
[Professores tentam resolver o problema da indisciplina com ameaças ou punições agressivas para o ponto de vista do aluno, o que agrava ainda mais e funciona provisoriamente apenas para o professor]

O segredo para evitar atitudes indisciplinadas está na relação professor aluno. O professor quando sabe dialogar, pode fazer com que o mesmo reveja seus conceitos e sua postura evitando futuros comportamentos indisciplinados. (Página 05)
Sampaio (1997, p. 7) diz que:
“Para que a indisciplina não brote quase por geração espontânea, é útil que o professor tenha bem presente a importância dos aspectos relacionais com seus alunos. Se o professor continuar a valorizar apenas a sua função de instrução (transmitir conhecimentos), é mais provável que  os conflitos disciplinares apareçam. Para evitar tal situação, a Tonica da ação da escola deverá centrar-se na prevenção da indisciplina e não na forma de controla-la. Em resumo, a nível da nossa lente média, a escola deve começar por reorganizar-se, por desenvolver completamente o trabalho pedagógico, para o fato de prevenir a indisciplina. Muitas iniciativas atuais vão no sentido oposto: quando a escola multiplica faltas disciplinares e conselhos de turma para propor aplicação de suspensões, não esta a resolver o problema do aluno, está provisoriamente a resolver o problema do professor.”

Indicação da obra: Professores de todas as áreas, pedagogos, e pais.

Espero que tenham gostado e que de alguma forma possa ajudar.

Até o próximo post!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Oi amigos leitores!

Hoje vou falar um pouco das minhas memórias de infância, dentro e fora do contexto escolar. Quem sabe a minha história se identifique com a de vocês.
Vamos lá?

A minha infância foi um período onde eu aproveitei pouco. Não tinha muito tempo para brincar, a  não ser na escola nas aulas de educação física e recreio. Minha mãe precisava sair pra trabalhar e, como eu era mais velha, tinha que cuidar dos meus irmãos e da casa. Contudo, algumas vezes durante a noite, eu me reunia com alguns amigos da minha rua pra brincar de pique esconde, queimada, pula corda e elástico, tudo isso na rua mesmo, o que atualmente não acontece mais devido a violência. Eram poucas horas para brincar, mas eu me divertia muito e ia dormir cansada.
 No ambiente escolar, brincava livremente na hora do recreio pois, a escola tinha um espaço bem grande. Me lembro das aulas de educação física, hora era em sala de aula, outra, fora da sala. Nas aulas dentro da sala, tinha jogo de xadrez, bingo, alguns grupos se reuniam para jogar adedonha. Também, tinha outros recursos lúdicos que a professora sempre usava para nos ajudar em alguma matéria, como português e matemática. Quando a aula era fora da sala, os meninos jogavam futebol e as meninas se divertiam com elástico, pula corda, amarelinha, me lembro que tinha até bambolê. Tempo bom aquele, naquela época a infância era bem aproveitada, não que hoje não seja mas, a tecnologia tem tomado o espaço de muitas práticas pedagógicas utilizadas na minha época. Hoje em dia quase não se vê as crianças brincando de amarelinha ou de pula corda, as crianças de hoje se divertem com jogos eletrônicos ou com brinquedos que não promovem a socialização com outras crianças, tão pouco o bem estar e a saúde.  Essa é apenas a minha opinião, acredito que naquela época as crianças se divertiam mais. É importante que nós como futuros educadores, busquemos resgatar essas práticas para junto do contexto escolar e fora dele também.

Espero que tenham gostado do meu pequeno texto de memórias. 

Até a próxima postagem!