Espero que gostem do meu livrinho, ele foi inspirado na disciplina História da Educação e no tema do filme A guerra do fogo. Segue o link
http://issuu.com/vanessarocha28/docs/livro_infantil.pptx_e02836899addf0
sexta-feira, 30 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
É sempre bom incentivar a leitura. Vejam como essa iniciativa nas comunidades rurais do Espirito Santo pode transformar a vida das pessoas que mais precisam e onde o acesso aos livros é precário. A leitura pode trazer muitos benefícios para quem pratica, produz conhecimento, transforma o nosso vocabulário além de divertir. Segue o link com uma matéria super interessante!
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Até que ponto somos livres?
De acordo com Aristóteles, é livre aquele que tem em si mesmo a capacidade de agir ou não agir. Essa afirmação nos leva a pensar que somos totalmente livres. Na verdade a nossa liberdade é um pouco limitada, estamos movidos por motivos exteriores, ou seja, vivemos num mundo regido por regras e por leis e outras vezes estamos presos a questões religiosas e culturais. A liberdade sempre caminha junto com a responsabilidade, e quando é usada de forma leviana ela nos é tirada. Seguindo pensamento Aristotélico apresentado no livro, a liberdade é o principio para escolher entre alternativas possíveis.
domingo, 4 de maio de 2014
Atividade Brasil
Categoria consciência
A volta de Paulo Freire do exílio, onde permaneceu por 14 anos, fez com que ele retomasse o seu compromisso com a sociedade e continuar a mudar a história da educação no Brasil. Trata a categoria consciência como um processo critico a realidade. É preciso compreender a realidade para levantar hipóteses e procurar soluções. O homem tem a consciência capaz de conseguir transformar o mundo, pois, se identifica com suas próprias ações. Uma consciência critica permite ao homem transformar a realidade dentro da sua sociedade. Segundo o educador, a consciência possui três estados: O primeiro é a intransitividade ou seja, não deixa sua ação passar para o outro, existe nesse estado uma espécie de compromisso com a realidade. A consciência intransitiva responde a um desafio com ações mágicas, porque a compreensão é mágica. Na verdade em todos nós existe algo de consciência mágica: o importante e supera-la. O segundo é a consciência ingênua tende a um simplismo e encara desafios com simplicidade e suas conclusões apressadas são superficiais, considera que o passado foi melhor, aceita formas agrárias de comportamento, subestima o homem simples, é impermeável na investigação, frágil na discussão de problemas e parte do principio que sabe tudo. Apresenta compreensões mágicas e diz que a realidade é estática e não mutável. O terceiro é a consciência critica não se satisfaz com aparências, reconhece que a realidade é mutável, substitui explicações mágicas por princípios autênticos, procura verificar as descobertas e livrar-se de preconceitos. Repele posições quietistas, é indagadora, investiga e ama o dialogo. Sendo assim, Paulo Freire acredita que a construção de uma consciência critica pode levar o homem a transformar a realidade em que vive.
Categoria sociedade
A sociedade está em constante mudança que chamamos de transição. Temos de saber o que fomos e o que somos para saber o que seremos. Paulo Freire via a sociedade como uma sociedade fechada e quando esta se volta sobre si mesma se inscreve na difícil busca da sua autenticidade, e começa a se preocupar com o seu projeto histórico. Com essa preocupação surge o compromisso com a mesma. A sociedade em que vivemos exige dos profissionais uma reflexão sobre a realidade e a sua inserção nela, exige critica para que seja um compromisso verdadeiro. Há também a sociedade alienada, que se faz quando o homem tenta imitar a outrem, e dessa forma já não é ele mesmo. O ser alienado não procura um mundo autentico. A sociedade alienada não se conhece a si mesma é imatura.
Categoria mudança
Categoria compromisso
Comprometimento coma sociedade implica uma responsabilidade histórica que não pode realizar-se através do palavrório, nem de nenhuma outra forma de fuga do mundo, da realidade concreta onde se encontram os homens concretos. O compromisso só existe no engajamento com a sociedade, somente assim o compromisso é verdadeiro. O verdadeiro compromisso solidário, mas com aqueles que na situação concreta, se encontram convertidos em coisas. É esta razão pela qual o verdadeiro compromisso, que é sempre solidário, não pode reduzir-se jamais a gestos de falsa generosidade.
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