quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Olá amigos leitores!

Hoje vou falar um pouco sobre medidas de comprimento, área, volume, capacidade e massa, espero que seja útil para vocês. Vamos lá?


Temos aqui uma charge bem interessante que propõe o uso das unidades de medida não convencionais, nesse caso os sapatos. Vejam que é fácil gerar uma confusão, pelo tamanho do sapato de cada um, por isso é preciso ensinar para as crianças que esse tipo de unidade de medida é muito relativa, aprendendo esse aspecto elas logo vão perceber que é necessário padronizar as medidas para que a comparação dê certo. Deixo para vocês uma dica de um livrinho bem interessante que deixa claro esse assunto, De que tamanho é o pé do Rei?(Hist´oria de Rolf Miller; Tradu¸c˜ao adaptada e desenhos de Carlos Pereira dos Santos).

Vejam que nessa charge as crianças querem saber quanto de água tem em cada copo. Vamos colocar isso em prática? Para que as crianças entendam melhor, vamos utilizar as unidades de capacidade nesse caso o litro (L).  Para que as crianças tenham noção de como operar essa unidade de medida, podemos utilizar medidores graduados para medir a quanto de água há em cada recipiente. É interessante deixá-las interagir com receitas culinárias, pois podem ser explorados vários tipos de medida, tempo, volume, muito, pouco e etc. 

Nessa charge, as crianças discutem qual o caminho fazer para chegar a biblioteca. É possível perceber que existem várias possibilidades. É claro que dependendo do trajeto escolhido a distância será maior ou menor. Para descobrir, vamos utilizar a unidade de comprimento, assim saberemos quantos metros terão que caminhar para chegar até biblioteca, descobrindo, podemos converter para km se for o caso.



Então pessoal, como vimos, as unidades de medida são bastante utilizadas. As crianças vivenciam várias experiências com essas medidas, desde de muito cedo no seu dia a dia, medindo quem é mais alto e mais baixo,  mais pesado, mais comprido e mais curto, mais longe e mais perto etc. Essas experiências são agregadas ao conteúdo ensinado na escola. É muito importante que nós professores sejamos os causadores da curiosidade das crianças para que elas queiram aprender sempre mais sobre o conceito de medidas e grandezas.

Espero que tenham gostado!

Até o próximo post.

sábado, 3 de setembro de 2016

Olá amigos leitores!
Compartilho com vocês um jogo super gostoso de brincar, com ele as crianças irão aprender a separar as sílabas das palavras e fazer a devida classificação, monossílaba, dissílaba, trissílaba e polissílaba. Vamos lá, é tudo muito simples e divertido, com faixa etária a partir dos oito anos.
Vocês vão precisar de:
  • Um tabuleiro (eu mesma confeccionei o meu, mas se vocês já tiverem um, podem usar).
  • Quatro marcadores (podem usar tampinhas de garrafa pet)
  • Um envelope com fichas com várias palavras.



Agora vamos aprender a jogar: 
1º > A professora deve dividir os alunos em grupos de quatro jogadores.
2º > O tabuleiro deve ficar exposto no centro da sala.
3º > As fichas vão ficar sobre uma mesa, com as palavras viradas para baixo.
4º > Através de um sorteio será decidido qual grupo irá começar o jogo.
5º > O aluno escolhe uma das fichas, lê em vóz alta e diz qual a classificação silábica dessa palavra, se acertar anda uma casa no tabuleiro.
6º > vence quem der a volta primeiro.



Nós como educadores, sabemos que algumas crianças apresentam dificuldades em aprender alguma matéria, o que é perfeitamente normal cognitivamente falando, cada um tem o seu próprio ritmo de aprendizado. De acordo com Vigostky, o jogo e as brincadeiras tem um papel importante para o desenvolvimento da criança pois, a partir deles as crianças levantam hipóteses e tentam compreender os problemas que lhe são propostos. Uma aula divertida, motiva o aluno a melhorar. Espero que tenham gostado.

Divirtam-se com seus alunos.






Olá amigos leitores!
Compartilho com vocês um jogo super gostoso de brincar, com ele as crianças irão aprender a separar as sílabas das palavras e fazer a devida classificação, monossílaba, dissílaba, trissílaba e polissílaba. Vamos lá, é tudo muito simples e divertido.
Vocês vão precisar de:
  • Um tabuleiro (eu mesma confeccionei o meu, mas se vocês já tiverem um, podem usar).
  • Quatro marcadores (podem usar tampinhas de garrafa pet)
  • Um envelope com fichas com várias palavras.



Agora vamos aprender a jogar: 
1º > A professora deve dividir os alunos em grupos de quatro jogadores.
2º > O tabuleiro deve ficar exposto no centro da sala.
3º > As fichas vão ficar sobre uma mesa, com as palavras viradas para baixo.
4º > Através de um sorteio será decidido qual grupo irá começar o jogo.
5º > O aluno escolhe uma das fichas, lê em vóz alta e diz qual a classificação silábica dessa palavra, se acertar anda uma casa no tabuleiro.
6º > vence quem der a volta primeiro.


Nós como educadores, sabemos que algumas crianças apresentam dificuldades em aprender alguma matéria, o que é perfeitamente normal cognitivamente falando, cada um tem o seu próprio ritmo de aprendizado. De acordo com Vigostky, o jogo e as brincadeiras tem um papel importante para o desenvolvimento da criança pois, a partir deles as crianças levantam hipóteses e tentam compreender os problemas que lhe são propostos. Uma aula divertida, motiva o aluno a melhorar. Espero que tenham gostado.

Divirtam-se com seus alunos.




domingo, 29 de maio de 2016

Olá caros leitores!
Quero compartilhar com vocês, alguns aspectos importantes estudados na aula presencial do dia 30 de abril de 2016, com a professora Selma Resende, do curso de Pedagogia EAD, cujo tema estava embasado em: Planejamento por projetos. A professora Selma, abordou temas importantes com relação as origens do planejamento por projetos, que ocorreu no movimento da escola nova entre o final do século XIX e inicio do século XX, por Jonh Dewey. Nesse contexto a educação era considerada pelos ativistas como tradicional.
Jonh Dewey, ao criar a Escola Nova pensou a educação como: “Um processo de reconstrução e reorganização da experiência, pelo qual lhe percebemos mais agudamente o sentido, e com isso nos habilitamos a melhor dirigir o curso das nossas experiências futuras”. A professora Selma, nos mostrou através da sua aula, que a introdução da metodologia por projetos na educação, teve grande importância  e tem funcionado até hoje. Eu como futura educadora, consegui perceber que os projetos abrem um leque de possibilidades acerca do conhecimento, além de contribuir para o processo de ensino aprendizagem, amplia os conhecimentos dos alunos e ainda oportuniza a participação de toda a comunidade escolar. Acredito que a introdução do trabalho com projetos também é uma forma de democratizar a educação.

Espero que tenham gostado. 

terça-feira, 3 de maio de 2016

Compartilho com vocês um pouco sobre pedagogia não escolar.


Pedagogia hospitalar
Uma das principais características da sociedade contemporânea é a ampliação do conceito de educação. É certo que a educação sempre existiu, contudo no inicio do século XX,  a escolarização começou a se expandir e os discursos pedagógicos voltavam- se cada vez mais para a instituição escolar, ou seja, a escola era o único lugar onde o pedagogo podia atuar. Em decorrência do desenvolvimento tecnológico, surge uma nova maneira  de pensar a educação.
Em varias esferas da prática social, mediante as modalidades de educação informais, não-formais e formais, é ampliada a produção e disseminação de saberes e modos de ação (conhecimentos, conceitos, habilidades, hábitos, procedimentos, crenças e atitudes), levando a práticas pedagógicas. Estamos diante de uma sociedade genuinamente pedagógica. (LIBÂNEO 2001, P.3)
O processo educativo tornou-se prioridade não apenas na instituição escolar, como também em outros espaços, onde o principal objetivo é a formação humana. Na sociedade contemporânea em que vivemos vários espaços escolares e não escolares necessitam de um profissional preparado para lidar com a prática pedagógica, um exemplo é o ambiente hospitalar. A pedagogia hospitalar colabora com a recuperação dos pacientes  que apresentam longo período de internação, proporcionam atividades lúdicas, pedagógicas e recreativas. Um dos principais objetivos é a prevenção do fracasso escolar.
A diversidade das áreas de atuação do pedagogo tem sido foco de investigação de Libâneo (2006) que define a ação educativa  em escolar e extraescolar , atribuindo á atividade pedagógica extra escolar como sendo um campo promissor e extenso para a atuação do pedagogo. Ao mesmo tempo, problematiza que enquanto a sociedade se torna cada dia mais pedagógica, a quantidade e a qualidade profissional dos pedagogos está diminuindo. Aproveita e faz um chamado as instituições que formam pedagogos para o rigor epistemológico e essencialmente pedagógico que precisa revestir a formação desse profissional. E nessa direção argumenta:
Todos os educadores seriamente interessados nas ciências da educação, entre elas a pedagogia, precisam concentrar esforços em propostas de intervenção pedagógica nas varias esferas do educativo para enfrentamento de desafios colocados pelas novas realidades do mundo contemporâneo. (LIBÂNEO, 2006, P.132)
As grandes transformações decorrentes dos avanços tecnológicos, levou a sociedade a enfrentar novos desafios e se adequar as mudanças. Vivemos numa sociedade totalmente pedagógica, e o profissional da educação tem um importante papel para o desenvolvimento humano e social da sociedade, seja atuando em ambientes escolares ou extraescolares.

Entenda um pouco mais sobre Pedagogia Hospitalar:


Referências Bibliográficas